
O som das vozes em harmonia ecoou na capital sergipana com a realização do FENACANTO 2026. Realizado pela FENACEF, com o apoio local da AEA/SE, o evento reuniu no Teatro Tobias Barreto um expressivo contingente de 499 participantes, divididos em 15 corais que representam 13 estados e todas as cinco regiões brasileiras.
A primeira noite de apresentações deixou claro que, embora os números ajudem a dimensionar a grandiosidade do encontro, a verdadeira essência do festival reside na conexão humana. O palco do Teatro Tobias Barreto tornou-se um ponto de convergência onde diferentes trajetórias de vida se cruzam, provando que o FENACANTO vai muito além de uma mostra técnica de canto coral.
Penha Favarato (Pres. AEA/ES) destacou a sensação de segurança e acolhimento, celebrando os dias de emoção e amor compartilhado, além de incentivar a união contínua do grupo para os próximos desafios; Rosa Lyrio parabenizou o coral pela dedicação de cada participante e pela competência da regência do maestro, Jovane da Vitória, ressaltando que o grupo é merecedor de todos os aplausos; Jônice expressou de forma poética que o coral é um encontro de corações, onde a disciplina dos ensaios se transforma em alegria, amizade e na construção de sonhos através do canto.

“Há que se brilhar.
Há que se escutar
a linguagem do coração.
De buscar a felicidade…
Gosta de cantar? Cante!
Gosta de amigos? Cultive-os!
Um coral, ensaios, disciplina e aprendizados.
Alegrias e realizações.
Cantamos,
Construímos…
Sons, canções,
Somos um encontro!
Fenacanto!”
Já Alice Martins definiu o evento como espetacular e “encantado”, elogiando a organização e afirmando que a música atua como uma magia capaz de transcender o tempo e revelar talentos. Por fim, Ilda reforçou que o FENACANTO supera a barreira técnica da música, consolidando-se como uma profunda experiência de encontros humanos e sentimentos.
Em resumo, a apresentação da AEA/ES foi um sucesso, recebida com muitos aplausos. O Espírito Canto subiu ao palco e emocionou o público com 4 canções: Samba em Prelúdio, Ai que saudade d’ocê, Este seu olhar/Só em teus braços e um pot-pourri de Congo.










