
Mais do que promover cuidados com a saúde física, a Relevium Centro de Controle da Dor acredita na importância da convivência social, do acolhimento e da conexão emocional como pilares fundamentais para uma vida mais saudável e equilibrada, especialmente na terceira idade. Com esse propósito, a clínica abriu as portas de seu auditório para receber os ensaios semanais do coral da Associação dos Economiários Aposentados do Espírito Santo (AEA/ES).
A iniciativa reforça valores defendidos pela instituição, como empatia, respeito, amor ao próximo e incentivo ao bem-estar integral. Para o médico especialista em dor crônica, fundador e CEO da Relevium, André Félix, promover momentos de interação também faz parte do cuidado com a saúde e com a qualidade de vida dos pacientes.

“Acreditamos que qualidade de vida vai muito além do tratamento da dor. Estimular encontros, atividades em grupo e momentos de conexão contribui diretamente para uma terceira idade mais ativa, feliz e emocionalmente saudável”, destaca André Félix.
Os encontros do coral também representam um importante espaço de acolhimento, convivência e fortalecimento de vínculos para os integrantes da AEA/ES.
A parceria entre a Relevium e a AEA/ES reforça o compromisso das duas instituições com o cuidado humano e com iniciativas que valorizam o envelhecimento saudável, ativo e conectado.
Tratamento multidisciplinar devolve qualidade de vida
A Relevium Centro de Controle da Dor atua há 10 anos no tratamento especializado de pacientes com dores crônicas, oferecendo um atendimento humanizado e multidisciplinar. Comandada pelo médico especialista em dor crônica André Félix, a clínica reúne profissionais de diferentes áreas da saúde que atuam de forma integrada no acompanhamento do paciente.
O tratamento multidisciplinar envolve médicos, fisioterapeutas, psicólogos, enfermeiros e outros especialistas que trabalham juntos para avaliar não apenas a dor física, mas também os impactos emocionais e funcionais causados pela condição. O objetivo é proporcionar um cuidado completo, individualizado e mais eficiente.
Entre os tratamentos realizados estão terapias medicamentosas, fisioterapia, acompanhamento psicológico, infiltrações, bloqueios anestésicos e procedimentos minimamente invasivos, sempre definidos de acordo com a necessidade de cada paciente.
O especialista destaca que a dor crônica em pacientes com mais de 60 anos é muito comum, pois pode estar relacionada às doenças osteoarticulares degenerativas, como osteoartrose, doença vascular periférica, fraturas, neuropatia diabética, síndrome dolorosa pós-AVC e reumatismo.
Independentemente da faixa etária, sexo ou idade, entretanto, o paciente deve procurar um especialista capacitado para tratar a sua dor e acompanhar de perto o tratamento, evitando prejuízos maiores no futuro.
